sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O que dá o gosto

Os melhores doces que comi foram feitos por pessoas para mim muito importantes.

O primeiro, aquele doce feito pelo meu avô, o do post "Um doce de um quase avô que se foi". 
O segundo, o bolo da minha mãe. Sucesso entre todos meus amigos e família. Pensa em um bolo de chocolate, receita nega maluca, de massa levemente úmida, macia, que se desfaz na boca, com uma cobertura de brigadeiro no ponto, puxa-puxa, e recheio de beijinho. Um bolo simples, feito rapidamente, com tamanha prática, mas que tem um gosto inigualável. Ninguém faz igual. Continua sendo o bolo que eu peço todo ano de aniversário, que eu sempre levo nas reuniões e até para vender na escola, quando arrecadamos dinheiro para a formatura.
O terceiro foi feito pela Stella, minha amiga que havia comentado no post Tuta's Flambadas, o nome que foi batizado o respectivo doce, em minha homenagem (rá!). Segue a receita passada por ela:

"Igredientes:
1 maçã gde, margarina, licor de laranja, açúcar, creme de leite.

*colocar manteiga na frigideira, deixar as maçãs fritarem com a tampa em cima. Colocar o açúcar até virar caramelo. Colocar o licor, flambar (não pega muito fogo, então tem que tirar a gradezinha do fogão e colocar a frigideira bem perto). Deixar evaporar o resto da calda, reservar.

*creme: colocar o creme de leite na mesma frigideira das maçãs (sem as maçãs) , deixar ferver. Colocar o açúcar, depois um pouco de maizena, um pouco de baunilha . Despejar em cima das maçãs.

*calda: derreter o açúcar, colocar em cima de tudo" 

E foi tudo feito a olho, do nada. Um dos melhores (senão o melhor) gostos que já senti na vida. Comi apenas uma vez. Nunca mais esqueci.

Fim.

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